Uma excelente campanha de 2018

ACD Setúbal em Acções de solidariedade

A associação columbófila do distrito de Setúbal em reunião com todos os órgãos sociais, decidiu anualmente atribuir uma verba destinada a ajudar uma instituição de acção social que esteja inserida no conselho onde decorre a Exposição Distrital desse ano. Esta época que passou a decisão estendeu se a duas instituições em vez de uma como no ano anterior. A verba que de antemão estava destinada ao efeito, engrossou pelo facto dos columbofilos locais, amigos e às entidades presentes durante a cerimonia de entrega de prémios dos campeonatos distritais e da Exposição que decorreu na Moita, terem sido também eles solidários. Foi realizado uma venda de rifas que tinham como prémios dois borrachos, 1 deles oferecido pela equipa Sol Nascente e um outro pelos “Videiras”. Todos quiseram contribuir e no final das contas o montante que estava pensado tinha aumentado e a direção resolveu e bem, ajudar duas casas.

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No âmbito do programa “Olha por Mim”, uma das utentes do CDR foi apadrinhada pela Associação de Columbofilia de Setúbal, de forma a assegurar o seu tratamento completo.
Helder Galveia e Franklin Borges foram os dois elementos que se deslocaram à casa dos Marcos na Moita, uma casa que acolhe de forma eximia inúmeras crianças e jovens detentores de doenças raras, muitos deles em situações de vida muito complicadas, alguns poderiam melhorar mais, mas devido muitas vezes à falta de verbas isso torna se impossível. Por vezes pequenos gestos fazem toda a diferença. Fazemos a nossa vida a olhar para o lado sem nos consciencializar mos que um pouquinho que possamos dar ao outro poderá fazer toda a diferença na sua vida

Caso queira ajudar o tratamento e algum dos  utentes por favor entre em contacto com a Casa dos Marcos através do número 211 165 300
#Olhapormim #solidariedade #CDR #Reabilitação
Raríssimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras

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Fomos encontrar um menina, que é um doce… mas não consegue expressar-se verbalmente, necessita de terapia da fala, mas não só, precisa de auxilio por forma a que consiga adquirir competências para poder no futuro ser autónoma. Os pais, a família lutam mensalmente  para poderem ombrear com as despesas inerentes ao seu processo de reabilitação. Foi uma satisfação enorme podermos aliviar esta carga. Enquanto escrevo estas palavras emociono me e penso em tantas coisas que podemos fazer para tornar a vida de alguém mais fácil, ou menos dura…em vez disso olhamos para o lado e assobiamos.

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Visitamos a Casa dos Marcos, fizemos uma visita guiada para conhecermos as instalações e o trabalho que ali é feito diariamente e caros leitores…só visitando conseguimos fazer uma ideia concreta das dificuldades que estes profissionais têm diariamente para ajudarem os utentes a ultrapassarem as suas limitações.

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Que menina linda… um dia quando ela conseguir fazer  seu dia a dia sozinha de forma autónoma, e conseguir dizer algumas palavras… se eu  pensar que contribui um pouquinho para isso… nesse dia ficarei feliz… e a vida é isso mesmo um conjunto de momentos… uns felizes, outros infelizes e no final fazemos as contas somamos os bons, somamos os maus,  fazemos uma comparação de valores  e verificamos de fomos pessoas felizes nesta nossa passagem.

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Uma equipa multi-disciplinar que trabalha diariamente neste departamento

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Depois de deixar mos a equipa e a menina na Casa dos Marcos onde tivemos o privilegio de conhecer a mãe e o avô, e conversar um pouco com eles, partimos em direção à Cerci também na Moita.

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Era chegado o momento de atribuir a segunda parte da verba solidária. Fomos ter com a coordenadora da casa, visitamos as instalações, conversamos um pouco com os rapazes e sobre o destino da verba que receberam neste mesmo dia. Uma instituição que também ela esta a fazer um trabalho extraordinário com estes jovens e merecem todo o nosso apoio.

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A columbofilia pode e deve ser solidaria, por várias razões, primeiro porque dividir e espalhar felicidade nunca é de mais, depois se todos formos solidários, faremos com certeza a diferença e depois olhando também um pouco para o nosso umbigo, a imagem que a sociedade tem em muitos dos seus meios,  da columbofilia e dos pombos, não é a melhor, e muitas vezes até está desfasada da realidade… temos de sair dos nossos quintais e mostrar quem somos e o que fazemos, sem vergonha, com orgulho de sermos columbofilos e cuidarmos muito bem dos nossos pombos que nada têm a ver com aqueles pombos que se vêm na rua.  Todos juntos podemos dignificar a nossa actividade desportiva, sem receios nem vergonhas. Nós somos assim… gostamos dos animais… gostamos de ajudar o proximo e vamos continuar nesta luta até que as forças nos faltem.

O organização deste tipo de iniciativas devia generalizar se no nosso meio…

 

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